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Porto Itapoá
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Qui, 22 de Setembro de 2011 22:25 |
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Foi expedida nessa terça-feira (20) e citada na manhã dessa quarta-feira (21), uma decisão judicial que concedeu liminarmente o desbloqueio da rodovia que leva até o Porto Itapoá. O bloqueio estava sendo realizado por cerca de 30 pescadores.
Desde o último final de semana, os manifestantes impediam o acesso de caminhões ao local, em forma de protesto, pois buscam uma indenização do terminal em função da restrição da pesca artesanal em parte da Baía da Babitonga, determinação esta de competência da Marinha do Brasil, através da Delegacia da Capitania dos Portos de São Francisco do Sul.
As ações de indenização impetradas pelos pescadores contra o Porto Itapoá tramitam na vara única do Fórum de Itapoá. Segundo os manifestantes, o porto seria obrigado a indenizar mais de 174 pescadores no valor de R$ 100 mil cada, em função dos prejuízos causados pela restrição da pesca no canal de acesso ao terminal.
O Porto havia feito uma proposta intermediária aos pescadores, na qual se comprometeria a oferecer cursos de especialização de três meses e o pagamento de um auxílio de R$ 350 no período de realização desta especialização, para posterior tentativa de colocação profissional nas empresas fornecedoras do terminal, bem como no próprio Porto, além de oferecer toda a estrutura jurídica para a categoria garantir o financiamento de embarcações de maior porte junto ao Ministério da Pesca. A proposta foi recusada pelos pescadores.
Como a área de restrição para pesca subaquática, profissional ou amadora decorre de uma norma da Marinha do Brasil, não cabe ao Porto Itapoá nenhuma interferência na restrição de pesca no local. É importante destacar que a pesca não está proibida, apenas restrita nas áreas onde a Marinha considera fundamental para o tráfego marítimo. Este é um procedimento mundial e não apenas adotado na Baia da Babitonga ou no Brasil.
Texto da EDM Logos, Assessoria de Comunicação do Porto Itapoá, com adaptações do Diário de Itapoá.
Fotos do Diário de Itapoá
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Comentários
Então, são 36 caminhões somente por dia, 36.
De Brasília - O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) concedeu, na sexta-feira, a licença de operação ao terminal de contêineres do porto de Itapoá, no Estado de Santa Catarina, com exigências adicionais à empresa operadora das instalações.
Empreendimento privado de R$ 475 milhões tocado por uma subsidiária da gigante Hamburg Süd, o grupo Battistella e a LOGZ Logística, o porto de Itapoá vai ter de limitar o movimento da caminhões a 36 carretas por dia em via alternativa até a conclusão das obras de infraestrutura rodoviária de acesso definitivo.
Brincadeira tem hora, ninguém é bobo, mas tem gente que acha que pode sugar de quem produz, nesse caso o porto. Já diz o velho ditado "não deem o peixe, melhor ensinar a pescar",porém aqui pelo que o Porto já apresentou, ninguém quer aprender outra coisa, esforço? Pra que? Melhor ficar de braços cruzados e tentar tirar mais um dinheirinho, já não chega do seguro de defeso, 3 salarinhos de bandeja todo ano sem nem entrar na água, agora querem explorar e tentar tirar do porto, mas já perceberam que o buraco é mais embaixo.
Façam por onde, mas não venham dizer que o porto restringiu acesso ao trabalho, o mesmo canal é usado por São Chico há muitos anos e ninguém era prejudicado. Agora o porto traz investimento, gera empregos, gera lucros para a cidade, investe em programas, patrocina projetos, e alguns expertos estão tentando fazer a cabeça de alguns coitados dizendo que eles podem ganhar 100 paus sem sair de casa, e nem é preciso se molhar. Para com isso, se liguem, tem lugar para todos, basta ter vontade e arregaçar as mangas, mas querer simplesmente indenização para 174? Se contar da Barra do Sai até a Vila não tem 1oo pescadores que realmente viviam da pesca, agora está aparecendo uns aproveitadores. Batistelas, Parabéns, admiro pessoas com essa vocação de empreendedores. Já pensaram na idade deles? Poderiam ter deixado o dinheirinho guardadinho, sossegado e o pontal estaria com minguados "174 pescadores" de caniço esperando os peixinhos beliscarem a isca, mas, é melhor mudar a isca, essa OS PEIXES não beliscaram.
Direito e Direito Justiça e Justiça.
Referindo-se ao defeso: "3 salarinhos de bandeja por ano sem entrar na agua"!!!!
São 3 salários por ano, porque durante 3 meses eles não podem pescar....
então, seria 1 salário mínimo por mês!!!!Pense... 545,oo reais por mês!!!!
Porque o Sr. naõ experimenta ir um único dia pescar com um desses pescadores???? Acordar de madrugada, enfrentar de frio extremo a sol escaldante em um único dia, pra ver como é bom.. Talvez aprenda a dar valor a eles...
Piada para você....
Todos são trabalhadores, cada um a sua maneira, cada um fazendo o que sabe fazer!!!!!
A ignorância faz com que muitos achem que a vida do pescador é tranquila....
Quanta ignorância.........
Ah, dai já é demais né SENHOR LUCINAO G.
Até o ponto de vc não ser a favor dos pescadores, tudo bem temos que respeitar, cada um defende o que acha certo, mas agora o SENHOR vir falar que o povo de Itapoá não dá duro isso é ridículo, nós trabalhamos duro sim, trabalhamos MUITO, vc está sendo ignorante e está tripudiando das pessoas que aqui vivem, o mínimo que você poderia fazer agora é pedir desculpas.
Parabéns pelo seu comentário!!! Também sou moradora e trabalhadora de Itapoá a 13 anos, e pra contribuir com minha felicidade, Deus colocou em minha vida um marido pescador, nativo daqui... Por isso seu comentário merece meu agradecimento e consideração!
Quando foi aprovado a instalação do porto, a mais de 20 anos, só existia um pigando de pescador, mas como no Brasil sempre querem tirar vantagem, agora apareceu 174... Sempre por trás disso tem um advogado vagabundo, vivendo de tirar vantagens dessa porcaria de legislação brasileira! É a mesma coisa com os sem terras... Ainda querem que o Brasil cresça! A empresa ofereceu uma oportunidade para qualificar e empregar esse pessoal, onde ganhariam muito mais, mas eles querem viver na preguiça, tirando no máximo 2 kilos de peixes por pesca e olha lá...Tem muitos desses 174 que nunca se quer colocaram a mão numa rede de pesca. O pessoal em vez de dar apoio as iniciativas de implantação de novas empresas na cidade, ficam é prejudicando.Será que não pensam no futuro dos filhos....
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