Prefeitura e FATMA debatem o monitoramento da qualidade da água do mar do Município Imprimir E-mail
Política
Qua, 14 de Abril de 2010 12:55

Com o objetivo de esclarecer dúvidas sobre a metodologia de coleta e interpretação de amostras, bem como a localização exata dos pontos de coleta no município, técnicos da FATMA, que realizam o monitoramento da qualidade da água do mar para banho humano, estiveram no Departamento do Meio Ambiente, no último dia 07, reunidos com os funcionários municipais competentes.


O primeiro resultado efetivo da reunião, acordado entre a FATMA e o Departamento do Meio Ambiente, foi a mudança na forma de identificar os referidos pontos de coleta. Nos próximos relatórios de balneabilidade, os pontos de coleta serão identificados da seguinte forma: Ponto 01 – Balneário Brasília – Rua 650; Ponto 02 – Balneário Paese – entre as rua 1.020 e 1.030; Ponto 03 – Balneário Palmeiras – Rua 1.970 e Ponto 04 – Balneário Barra do Saí – Rua 20.
Os técnicos da FATMA informaram ainda que em Itapoá, existem quatro pontos de coleta e não cinco. No entanto o executivo encaminhará ofício solicitando outros pontos para coleta.

- Coleta de Amostras -

Os técnicos fazem as coletas da água do mar a 1 (um) metro de profundidade, na quantidade de 250 mililitros em cada ponto. O material coletado é submetido a exames bacteriológicos durante 24 horas. São necessárias 5 (cinco) semanas consecutivas de coleta para se obter um resultado tecnicamente confiável.


O ponto é considerado Impróprio para banho quando em 60% dos últimos 5 (cinco) resultados o volume de Escherichia coli (presente nas fezes de animais de sangue quente, incluindo o homem) - for superior a 800 NMP (Número Mais Provável) por 100 mililitros de água, nas amostras coletadas ou quando, na última amostragem, o valor obtido for superior a 2.000 NMP (Número Mais Provável) por 100 mililitros de água. Quando o resultado obtido é Impróprio, indica que há o risco de contaminação naquele local, e não necessariamente a contaminação. A Fatma, como órgão público, tem a responsabilidade e a determinação legal de divulgar que existe esse risco. A água contaminada pode causar doenças como gastroenterite, verminoses, doenças de pele e até doenças mais graves, de veiculação hídrica como hepatite, cólera e febre tifóide.


Fonte: Prefeitura de Itapoá.

 

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