Reunião sobre desassoreamento do Rio Saí Mirim é realizada na Barra do Saí Imprimir E-mail
Política
Qui, 05 de Novembro de 2009 10:42

Nessa quarta-feira (04), houve uma reunião no salão da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, na Barra do Saí, para tratar do desassoreamento do Rio Saí Mirim.

Estavam presentes os Vereadores Jeferson Rubens Garcia e José Maria Caldeira, o Vice-Prefeito Mário Elói Tavares, o Diretor Municipal do Meio Ambiente Paulo Bello, o Engenheiro Civil Alberto João Marcatto, o Geólogo Fernando Tavares, além de pescadores e representantes da comunidade.

A reunião se iniciou com a apresentação dos membros da diretoria da Associação dos Moradores da Barra do Saí, os quais foram eleitos em reunião realizada no último dia 30 de outubro. São eles: Carolina Caldeira (Presidente), Giselma M. Bezerra da Silva (Tesoureira), Sônia Conceição Souza (Vice-Presidente), José Budal Martins (Conselheiro), Neusa Gonçalves (Secretária), Geisiane Caldeira (Diretora Social), Jocélio Pinheiro (Conselheiro) e Manoel Caldeira (Conselheiro).

Logo após a apresentação da Associação, Carolina Caldeira, sua Presidente, solicitou um maior empenho da Prefeitura no sentido de atender às revindicações da Barra do Saí, uma vez que o Poder Legislativo frequentemente indica melhorias para o bairro, as quais raramente são atendidas, dificultando a vida dos moradores daquela comunidade.

O tema central da reunião foi em relação ao desassoreamento do Rio Saí Mirim, sobre o qual o Engenheiro Civil Alberto João Marcatto fez uma explanação. Ele contou que estão sendo realizados vários estudos e que tais estudos dão conta de que o rio, realmente, está assoreado e que este assoreamento está, inclusive, causando erosão. Alberto solicitou aos pescadores que sugerissem soluções e apontassem os maiores problemas, para adequar a técnica com as necessidades da comunidade. O desassoreamento é para melhorar as condições de navegação e a saída na boca da Barra, bem como para diminuir o risco de inundações com enchentes, segundo ele.

O pescador Álvaro sugeriu que o material retirado no decorrer do desassoreamento seja colocado na margem direita do rio e, também, na península que divide o rio do mar, a fim de que, em épocas de ressaca, a água do mar não invada o rio, assoreando tudo novamente.

O Geólogo Fernando Tavares comentou sobre as licenças ambientais que geralmente demoram, mas como Itapoá esteve em estado de calamidade por um amplo período, há uma possibilidade de se conseguir estas licenças em menor tempo. O Geólogo informou, ainda, que a batimetria (medição da profundidade) do rio está pronta.

Informações dão conta de que, no prazo de 20 dias, os estudos serão concluídos e entregues aos órgãos ambientais responsáveis. Tudo indica que, assim que a Prefeitura Municipal de Itapoá obtiver as licenças ambientais necessárias, abrirá o processo licitatório para contratação de empresa responsável pelo desassoreamento do Rio Saí Mirim.

Abaixo, fotos da referida reunião.

 

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