Itapoá não possui pontos impróprios para banho, segundo último relatório da Fatma Imprimir E-mail
Natureza
Sáb, 20 de Novembro de 2010 09:25

A Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) divulgou no último dia 12 de novembro, o Relatório de Balneabilidade nº 49. Nesse relatório estão atualizados 176 pontos dos 194 monitorados, com a atualização dos municípios compreendidos entre Itapoá, no Norte do Estado, até o município de Jaguaruna, ao Sul. Em Itapoá, quatro pontos são fiscalizados mensalmente entre março e novembro. A partir de dezembro a fevereiro, a coleta é realizada semanalmente, devido ao alto fluxo de turistas na cidade. Os pontos fiscalizados são: balneário Brasília, final da Avenida 650; balneário Paese, entre as ruas 1.020 e 1.030; balneário Palmeiras, Rua 1.970; e balneário Barra do Saí, Rua 20. Nesse último relatório, nenhum ponto foi considerado impróprio para o banho.

Neste último relatório 30 pontos estão impróprios em todo o Estado. Já as praias de Araranguá, Balneário Barra do Sul, Biguaçu, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Imbituba, Itajaí,  Jaguaruna, Joinville, Laguna, Palhoça, Piçarras e São José, estão com os seus pontos todos próprios para banho, a exemplo de Itapoá


Amostras


Os técnicos da Fatma fazem as coletas da água do mar em até 1 (um) metro de profundidade, na quantidade de 250 mililitros em cada ponto. O material coletado é submetido a exames bacteriológicos durante 24 horas. São necessárias cinco semanas consecutivas de coleta para se obter um resultado tecnicamente confiável. O ponto é considerado próprio quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas anteriores, no mesmo local, houver no máximo 800 Escherichia coli por 100 mililitros. O ponto é considerado impróprio quando em mais de 20% de um conjunto de amostras coletadas nas últimas 5 semanas anteriores, no mesmo local, for superior a 800 Escherichia coli por 100 mililitros ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2.000 Escherichia coli por 100 mililitros.

Quando o resultado obtido é impróprio, indica que há o risco de contaminação naquele local, e não necessariamente a contaminação. A Fatma, como órgão público, tem a responsabilidade e a determinação legal de divulgar que existe esse risco. A água contaminada pode causar doenças como gastroenterite, verminoses, doenças de pele e até doenças mais graves, de veiculação hídrica como hepatite, cólera e febre tifóide. É por isso que durante a temporada de Verão a Fatma encaminha todas as semanas um Boletim de Balneabilidade atualizado às prefeituras do litoral e também aos principais veículos de comunicação (jornais, TVs e rádios) do Estado.

 

Adicionar comentário

Política de Comentários DI

Ao efetivar um comentário, o internauta concorda com a nossa política de moderação.


Código de segurança
Atualizar