Realizado I Fórum Regional de Cidades Digitais do Nordeste Catarinense. Projeto BEM-TE-VI é um dos destaques Imprimir E-mail
Eventos
Sex, 19 de Junho de 2015 21:01

Nessa terça-feira (16/06), aconteceu em Joinville o I Fórum Regional de Cidades Digitais do Nordeste Catarinense. O evento apresentou soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação para o desenvolvimento econômico e social dos municípios , e os impactos positivos que as TIC proporcionam na Educação, Saúde, Segurança Pública, Gestão e controle dos gastos públicos, entre outras áreas.
 
O fórum foi organizado pela Rede Cidade Digital em conjunto com a AMUNESC e a Prefeitura de Joinville. 
 
Segundo o diretor da RCD, José Marinho, além de estimular o surgimento e o aprimoramento das cidades digitais, os Fóruns são importantes para a troca de experiência entre gestores, além de aproximá-los com o mercado. “Facilita a interação e que cada vez mais as empresas possam atender às necessidades dos municípios, inclusive abrindo espaço para o desenvolvimento de soluções específicas para as regiões”, observa Marinho.
 
Nos eventos, participaram representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), importante ator para financiamento de projetos na área. 
 
 
SEGURANÇA PÚBLICA: A vigilância das cidades de Santa Catarina – Programa BEM-TE-VI 
- Capitão Daniel Rodrigues, representante da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina
 
Um dos destaques do evento foi a apresentação do Projeto Bem-Te-VI, desenvolvido pela Secretaria do Estado de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP-SC). Trata-se de um sistema de videomonitoramento de áreas e vias públicas pela Polícia Militar de SC. 
 
O monitoramento busca inibir a prática criminosa e diminuir o tempo de resposta no atendimento às ocorrências. Além disto, as imagens são compartilhadas com a Polícia Civil o que facilita o trabalho de investigação.
 
Para viabilizar o projeto é necessário que o município firme um convênio com o governo do Estado, através da SSP. O documento define as obrigações de cada uma das partes. 
 
"A intenção da SSP é levar o sistema para o maior número possível de cidade catarinenses. São oferecidas cinco modalidades de projetos para a instalação de seis a dez câmeras, com valores que variam de R$ 80 a R$ 105 mil.", diz o Secretário da SSP-SC César Augusto Grubba.
 
Pelo convênio é de responsabilidade da SSP providenciar estudos e elaborar projeto para a instalação do videomonitoramento urbano. Compete, ainda, ao Estado adquirir e coordenar todo o processo além de contratar a rede multimídia para a transmissão de imagens. Por fim a SSP fica responsável pela operacionalização de todo o sistema assim como o monitoramento das imagens.
 
Já o município se compromete em custear toda a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos, por futuras ampliações dos pontos de videomonitoramento, por obras necessárias para a adequação dos ambientes, onde serão montadas as centrais, e pela contratação e instalação de energia elétrica para alimentação dos pontos de monitoramento.
 
 
Áreas monitoradas registram redução no número de arrombamentos
 
As imagens são compartilhadas com a Polícia Civil, auxiliando na identificação de criminosos e no trabalho investigativo. Estatísticas mostram uma redução criminal em áreas monitoradas. Os arrombamentos praticados fora do horário comercial tiveram redução de 70%.
 
 
Projeto BEM-TE-VI em Itapoá
 
No inicio deste mês de junho o Projeto Bem-Te-Vi começou a ser instalado em Itapoá. 
 
Dentre as principais melhorias proporcionadas pelo videomonitoramento, destaque para:
 
– Prevenção – com implantação de sinalização indicando as áreas vigiadas e com a presença de policiais nas centrais de monitoramento e em outros pontos estratégicos;
 
– Combate ao Crime – quando o crime foi consumado, as imagens das câmeras apontam a localização do criminoso, o que diminui consideravelmente o tempo de reposta da polícia;
 
– Investigação – as imagens captadas pelas câmeras de qualquer cidade do Estado poderão ser visualizadas pela Polícia Civil, através da internet.
 
Estatísticas mostram uma redução criminal em áreas monitoradas. As câmeras flagram principalmente delitos contra o patrimônio, consumo de drogas e auxiliam a polícia na identificação de pessoas suspeitas.
 
As instalações estão em andamento, e ainda não há câmeras instaladas e em funcionamento em Itapoá.



 

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