Professores da rede estadual de ensino de Itapoá estão em greve Imprimir E-mail
Educação
Qui, 19 de Maio de 2011 09:30

professores em greve em Itapoá

A partir de hoje (19), os professores da Escola Nereu Ramos estão em greve com paralisação geral. Apenas os alunos do 1° ao 5° estão tendo aulas. A categoria pressiona o governador Raimundo Colombo para a implantação do piso salarial nacional no Estado, aprovado como lei pelo Supremo Tribunal Federal em 2009. Os professores catarinenses recebem mensalmente hoje R$ 609,46. O piso nacional definido pelo Mec (Ministério da Educação) é de R$ 1.187,08, mas o Sinte-SC reivindica o piso com reajuste retroativo aos dois anos, que chega a R$ 1.597,87.

A greve foi definida em assembleia no dia 11 em Florianopolis. Depois da reunião, no CentroSul, os professores saíram em passeata pelas ruas do Centro da cidade, causando confusão no trânsito.



Negociação Fracassada

Governo do Estado não apresenta proposta de implantação do piso nacional do magistério e trabalhadores entram em greve. A greve dos professores da rede estadual começou ontem (18), sem prazo para acabar e sem qualquer proposta concreta do governo. Os trabalhadores reivindicam o pagamento do piso nacional do magistério, de R$ 1.187,90, e esperavam iniciar ontem as negociações, numa audiência com secretários da Administração e Educação e o procurador-geral do Estado. Outra reunião foi marcada para segunda-feira (23).


Em protesto, 10 mil professores estaduais anunciam greve em SC

Professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina decidiram entrar em greve após assembleia realizada no final da tarde dessa quarta-feira (18), em Florianópolis. Segundo a Polícia Militar (PM), cerca de 10 mil educadores participaram do protesto, a maior mobilização já realizada pela categoria no Estado.

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A greve é legal
coluna do Moacir Pereira

18 de maio de 2011 


Qualquer que seja a interpretação que se dê à decisão dos professores de protestar contra o governo, com a paralisação total das atividades, haverá uma voz mais forte que ressoará pelo Estado como poderoso alto-falante: A greve é legal. Legal, porque os professores da rede estadual de ensino suspendem o trabalho para exigir que o governo cumpra a lei. Aliás, uma norma jurídica de caráter federal, já vigente em vários estados brasileiros desde sua sanção, em 2008. Portanto, a pressão chega até tarde. Fica para o magistério e a sociedade a convicção de que os ex-governadores Luiz Henrique da Silveira e Leonel Pavan decidiram prorrogar o cumprimento da lei, impetrando ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal apenas para ganhar tempo. Agora, a bomba explode no colo de Raimundo Colombo e Eduardo Moreira. Se a motivação dos governadores dos seis estados que impetraram a Adin não foi protelatória, eles e os sucessores tinham a obrigação legal de contingenciar as verbas necessárias ao pagamento do benefício. Um dia ele teria que ser pago.


Greve dos professores da rede estadual de SC

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Resumo da Educação no Brasil (Profª Amanda Gurgel)

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Para mais informações, acesse o site do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina.


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