Aliança reestrutura serviço de cabotagem e prospecta crescer 10% em 2011 Imprimir E-mail
Economia
Qua, 06 de Abril de 2011 12:58

Em razão do crescimento expressivo no volume de cargas, bem como o aumento dos fluxos logísticos nacionais e do Mercosul, a Aliança Navegação e Logística reestruturou o serviço de cabotagem para acompanhar o aumento da atividade econômica do Brasil. O Porto Itapoá é um dos destaques para a perspectiva de crescimento da empresa.


“Nosso principal objetivo com essas mudanças é continuar oferecendo confiabilidade nos nossos serviços de cabotagem no Brasil e Mercosul. Essas alterações trarão mais agilidade e abrangência ao atendimento em toda cadeia logística”, explica Gustavo Costa, gerente de cabotagem da Aliança. As alterações, iniciadas no final do ano passado e já finalizadas, redimensionaram os dois aneis de serviços da cabotagem. O Anel 1, que cobria de Buenos Aires a Manaus, passa agora a escalar os portos de Santos, Navegantes, Itaguaí, Suape e Manaus. De acordo com o executivo, com esta nova rotação, a redução estimada no tempo de trânsito de Manaus para Santos será de 2 dias, passando de 11 para 9.

Já o Anel 2 está operando com os portos de Buenos Aires, Montevidéu, Rio Grande, Paranaguá, Santos, Itaguaí, Salvador, Suape e Pecém, atendendo assim todo o Mercosul. “Este anel atende, principalmente, as cargas do Sul e Sudeste para o Nordeste que antes eram limitadas pela profundidade dos portos de Santa Catarina”, explica.

Para atender à região do Espírito Santo, a empresa desenvolveu o Anel 3, que faz a escala dos portos de Santos, Itaguaí e Vitória.

Outra novidade da Aliança será a operação no Porto Itapoá prevista para meados do ano. As operações no Sul, hoje realizadas pelos portos de Navegantes e Paranaguá, serão substituídas por Itapoá (SC). “Ganharemos mais operacionalidade, uma vez que o Porto Itapoá possui maior profundidade, possibilitando uma melhor utilização da capacidade dos navios”, afirma.

Desafios e Perspectivas para 2011

De acordo com Costa, o grande desafio da Aliança em 2011 será o desenvolvimento de novos provedores para a atividade multimodal, ou seja, parcerias no transporte rodoviário e ferroviário. “Hoje, 60% da movimentação da cabotagem é feita porta a porta. Com isso, a nossa contratação nas pontas é um item fundamental para o sucesso da cabotagem e confiabilidade do serviço”, ressalta.

Após encerrar 2010 com um faturamento de R$ 2,2 bilhões e 663 mil TEUs movimentados, a Aliança projeta um crescimento de 10% em 2011. “A atividade econômica nacional está puxando um fluxo maior de carga do Mercosul, principalmente, com a retomada da atividade das montadoras na Argentina”, finaliza o executivo.

Sobre a Aliança Navegação e Logística

Fundada no início da década de 50, a Aliança foi consolidando sua liderança no mercado brasileiro, passando a atuar em todos os continentes. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd, empresa alemã fundada em 1871.

Com faturamento de R$ 2,2 bilhões em 2010, a Aliança Navegação e Logística tem forte atuação no segmento internacional e é líder no transporte de cabotagem. No ano passado, movimentou mais de 663 mil TEUs. Atualmente, opera regularmente em 14 portos nacionais e possui 12 escritórios próprios no Brasil.

Informações para a Imprensa:

DFREIRE Comunicação e Negócios
Tel. (11) 5505-8922 – www.dfreire.com.br
Contato: Flávia Gavioli ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
(11) 5185-3165 e/ou (11) 5505-8922


Fonte: Site pautas.incorporativa.com.br

 

Adicionar comentário

Política de Comentários DI

Ao efetivar um comentário, o internauta concorda com a nossa política de moderação.


Código de segurança
Atualizar